19 de outubro de 2009

Deixa ela entrar

Pôster do filme.
 


 

Essa semana fui ver um filme, o que eu sabia sobre ele? Nada!
Sem expectativa, só pra acompanhar uma amiga num Luluzinha’s Day…hehe
Mas quer saber, acho bom ir sem expectativa, assim a chance de errar, não gostar ou odiar é mais suave…até porque…não esperava coisa alguma…rs
Enfim, fomos ver o ‘Deixa ela entrar’ (título original: Låt den rätte komma in. E que em inglês ficou Let the right one in.)



A sinopse no guia do HSBC Belas Artes, eu vi na hora e dizia:
“Sinopse: Oskar, um garoto frágil de 12 anos, costuma ser provocado por seus colegas de classe mais fortes, mas nunca se defende. O desejo do menino solitário por um amigo se concretiza quando ele conhece uma garota da mesma idade, que se muda para a vizinhança com o pai. Estranha e pálida, ela só sai de casa à noite e não parece ser afetada pelas baixas temperaturas. Coincidentemente, a cidade começa a ser assombrada por uma série de assassinatos e desaparecimentos inexplicáveis.
Filme considerado obra prima pela crítica internacional, chegando a ser comparado com o clássico Nosferatu, de Murnau.”
Apesar de minha amiga já ter falado o tema do filme (vampiros) mesmo que a gente não soubesse pelo comentário que ela viu de um crítico, logo ligaríamos as peças, depois do comentário da sinópse que faz referência a “Nosferatu, de Murnau.”
Lá fomos ver o filme…sem preconceito, afinal depois do estrago de Crepúsculo, não podia ter coisa que avacalhasse um pouco mais essa linha de filmes. (Só pra deixar claro, eu li os livro da saga, e adimiro a Stephenie Meyer  por sua mente criativa e ser remunerada por tal coisa… assumo que ela criou um vampiro pop que agrada a maioria dessa moçadinha teen, mas dizer que aqueles personagens são vampiros…no way! Talvez mutações – não me matem por dizer tais coisas… mas fato… vampiros tem toda uma mitologia, e não adianta fugir muito…ou você estraga tudo…)
Não vou contar o filme… mas deixo a dica, se puder ver… arrisque…
Eu gostei… e apesar de não ser hollywoodiano, não fica devendo pras produções da terra do Tio Sam.
Sem aquele exagero de efeitos, mas com o preciso na medida certa, na hora certa… e com a sutileza impecável.
Os atores infantis são muito fofos, e representam muito bem os papéis, que tem uma carga pesada de emoções, mesmo que mostrada de forma suave…
Fato, me encantei…
Agora deu vontade de ler o livro, sim, também é obra baseada em livro, que foi lançada antes do Crepúsculo. Mas ainda não sei se chegou por aqui…vou pesquisar melhor e depois atualizo aqui…

Cena do filme.

Cena do filme. 

Off: (Rola comentário que vai ter remake americano. O diretor de ‘Cloverfield’, dizem alguns site, está se preparando para adaptar o livro e fazer uma outra versão.)
Mas acho difícil ficar melhor que esse original suéco.
Mas veremos né…rs

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