26 de novembro de 2010

Hey Paul, here I go!

 

Estou a dias pensando em como escrever esse texto.
Como descrever a experiência única de presenciar um show de um ex-Beatle. É simplesmente impossível resumir o suficiente e ao mesmo tempo cabe em algumas palavrinhas como: FANTÁSTICO, INCRÍVEL, INESQUECÍVEL, MÁGICO…
Foi mais que um show ou um grande evento, de fato se encaixa na categoria experiência. Tudo começa com minha aventura em ir sozinha, eu que não tinha o costume de ir muito em shows, e quando comecei a ir sempre tinha uma amiga comigo, e sempre em shows menores. Não vou desmerecer a aventura de ir ao Recoil sozinha, mas é extremamente diferente em questão de proporções, né? O do Recoil numa casa fechada, e praticamente alguns fãs… Já o Paul, um estádio de futebol com umas 64 mil pessoas… Rola uma mega diferença né?rs
Enfim…vou tentar contar um pouco aqui…rs
Desencanada que só, deixei pra última hora pra ver como chegar lá no Morumbi (coisa normal, né?rs) mas com a ajuda de amigos deu tudo certo. rs E a chuva, pra ajudar. Mas a diversão começa na ida, pegando o ônibus cheio, mas e quem disse que as pessoas que queriam ir para casa depois de um dia de trabalho conseguiam entrar? Era só a turma indo pro show, parecia até excursão…rs Foi bem legal e tranquilo pra chegar, achar  o portão, entrar, achar lugar… Acho, na verdade é bem uma certeza, que o clima família ajudou nessa calmaria e na tranquilidade… e também na parte de se enturmar com as pessoas ao lado, ainda mais eu que sou meio quietona e tal…rs


Até começar, chuva, muita chuva, foi sorte ter comprado duas capas antes de ir, porque antes de começar eu já estava molhada, tive que me secar, por uma blusa e a capa nova pra não congelar…rs Mas o Super Paul tem poderes especiais, foi começar o show que a chuva diminiu, minguou e parou…rs Sem falar que as nuvens se desmanchram só pra Lua aparecer no canto do céu (sim, eu tirei fotinho…rs)


Eu nunca tinha ido a um estádio de futebol, só quando era pequena e com a escola pra conhecer o Pacaembú. Mas estádio cheio e em dia de evento assim, nunca. E de fato é uma emoção ver aquilo cheio de gente, as “Olas”, as palmas, as pessoas cantando…é bonito demais.
E tem uma coisa que me chamou a atenção em especial, as expressões das pessoas. Pois é, tenho a curiosidade de olhar pras pessoas e ver como elas reagem às coisas, e era algo do tipo encantador, sabe quando você faz aquela cara de “ai, meu, Deus” e só falta babar…rs… pois é…rs Ter a chance de ver e ouvir (mesmo que de longe, mas o som tava ótimo e os telões eram mais que perfeitos) ao vivo um ícone da história, não só do Rock, é algo de fazer você pensar “Cara, isso tá mesmo acontecendo?”… e daí tudo se torna mágico…
Mesmo sabendo que as piadas eram as mesmas do outro show, você ri. E como não se encantar? Tinha um senhor logo atrás da minha fileira que fez bem um resumo da sensação, quando o Paul agradeceu ao público depois de uma música (tá, não lembro qual era =/) com o básico “Thank you!” o senhor respondeu com um “Eu que agradeço!” e a sensação era essa… rs


Lendo esse texto você pode até pensar que sou daquelas pessoas mega fãs de Beatles, mas é bem o contrário. Eu gosto de algumas músicas e tal, mas não sou fã, não sei muito deles e nem muitas músicas, só as mais batidas mesmo. Mas isso não me impediu de entrar em êxtase com cada faixa tocada, com cada minuto de show…rs Não tinha como ficar parada, cantei as que sabia, dancei e pulei em quase todas…foi uma festa…rs
Achei muito legal ele ter trocado algumas faixas, mas “And I love her” podia ter continuado…rs
Ah, tem tanta coisa… mas a maioria é coisa que não dá pra explicar… só sentindo mesmo…rs
A volta foi aquela aventura, achar o tal bolsão de ônibus, pegar a tal fila que nunca se acabava, conseguir entrar no ônibus… Sorte que apesar de cheio, o pessoal era gente boa dentro do busão…rs E  combinar com meus pais onde eles iam me buscar e essa parte merece uma menção honrosa, poxa, eles mal dormiram e foram me buscar de madrugada e eu só consegui chegar na Paulista 2:40 da manhã. E eu correndo em direção ao carro, cantando sem voz o tema do Rocky Balboa e seu treino de moletom cinza pelas ruas da Filadélfia.rs
 Bom, vou deixar esse post por aqui…depois comento outras coisas e posto uns vídeos… mas, como diria o Jack “Vamos por partes…” porque esse post já está grande…rs

Até mais!

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