25 de junho de 2011

You gotta friend in me


Uma aproximação despretenciosa, uma bricadeira infantil... um ar despreocupado e o jeito espontâneo de te fazer sorrir...
Pular, correr, morder, lamber... se jogar na grama e pedir aquele cafuné... de todo jeito, de qualquer forma, te encantar, e você não resiste, se apaixona.
E tem como não se apaixonar por uma coisa linda dessas?

Eu tenho um probleminha com bichos, sou simplesmente apavorada e tenho um pouco de medo... pequenos traumas de infância... Mas às vezes me surpreendo com minha desenvoltura...rs
Nesse dia, pulei a chance de andar a cavalo e charrete e fiquei jogada na grama sendo devorada por alguns filhotes que estavam soltos na fazenda. Sorte que o Rafa não ligou e topou a brincadeira e também caiu na brincadeira com os pequenos...rs
Fui literalmente devorada, com direito a roupa furada pelos dentinhos deles e meu casaco quase perdeu alguns botões... Minhas mãos pareciam arranhadas na hora, depois eu vi o resultado...rs

Mas quem liga? Quem se importa com uns cortes, furos e arranhões...rs
Queria mesmo era um piquerrucho desses aqui em casa. Mas eu bem sei que é uma briga vencida, depois de tantos problemas e algumas perdas ,meus pais não querem nem ouvir falar em ter cachorros em casa. Fora as complicações logísticas, trabalho e outras coisas... tem o fator emocional, nossas experiências sempre foram meio traumáticas no quesito saúde do bichinho. Elas sempre revelevam alguma doença grave e a gente sofria com elas (aqui em casa só tivémos mocinhas...rs).

Bem, eu continuo tentando, perguntando e investindo em brechas emocionais, seja depois de assistir Marley e eu, ou um desses filmes com filhotes... não custa tentar...rs
Enquanto isso, vou sentindo saudade daqueles danadinhos lá da fazenda...

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