24 de julho de 2011

Filme: Cegos (Blind)

Ele já é diferente por seus protagonistas: uma albina e um cego.
Marie é a albina que é complexada desde de pequena com sua aparência, e que, devido a um acidente com o espelho, tem o corpo todo marcado com cicatrizes. Ruben é o rapaz cego, inconformado com sua condição é sempre agressivo com todos ao seu redor.
No meio de uma paisagem gélida do início do séc. XX, a história se desenrola. Quando Marie vai trabalhar como leitora na casa de Ruben, eles se apaixonam mesmo com todas as diferenças. Ruben se torna um rapaz mais calmo, e vive seu primeiro amor com Marie, que graças a esse sentimento consegue aceitar sua aparência. Mas a trama está no momento em que se descobre a possibilidade de Ruben voltar a enxergar, o que pra ele é o maior desejo, mas para ela é o fim do romance, pois sua insegurança ressurge.
O filme é uma produção holandesa, dramático e romântico, mas a diretora, Tamar van Den Dop, cria uma atmosfera em que um amor como o deles não parece falso e exagerado.


Resenha:
Sabe aquele filme que você assiste por acaso? Simplesmente porque calhou de passar numa hora em que você estava passando pelo canal e para por curiosidade? É esse o caso, foi por pura curiosidade que paramos para assistir no meio da madrugada.
A história começa do nada, e joga os personagens na trama sem muita explicação e sem muito sentido... parece tudo muito confuso até que as pontas começam a se juntar. E quando menos esperava já estava envolvida na história e encantada... as imagens, a fotografia, toda a estética do filme são de encantar. A história é simples, despretenciosa, mas é ao mesmo tempo grande e toca num tema universal, o amor e como ele tudo vê mesmo sendo cego aos olhos comuns.
Uma dica de filme para parar e refletir sobre tudo aquilo que vemos e tudo o que deixamos de ver... todos os pequenos detalhes que fazem um todo... sobre toda a delicadeza e toda a responsabilidade do amor.






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